Segundo Ary Raghiant Neto, "essa pretensão é justa, afinal, quem possui legitimidade para indicar advogados para figurar em lista sextupla é a OAB, em qualquer tribunal judiciário deste país. Precisamos corrigir esse equívoco inserido na Constituição Federal desde 1988 e que até hoje não foi reparado, infelizmente".
Ainda na entrevista, Ary Raghiant Neto afirmou que "alguns ex-presidentes da OAB/MS já passaram pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, mas não tiveram essa preocupação de lutar para que a Ordem fosse inserida no processo de escolha da lista dos advogados que serão submetidos ao crivo do presidente da República. Alguém tem de lutar pelos direitos dos advogados e eu me proponho a fazê-lo neste momento, a partir da minha experiência no TRE-MS".
Atualmente, a escolha dos juristas (dois ao total) é feita pelos tribunais estaduais (e pelo Supremo Tribunal Federal, no caso das vagas no TSE), sem a prévia participação da OAB. Em seguida, a lista tríplice é submetida ao presidente da República que escolha um dos três indicados, nomeando-o para um mandato de dois anos.
"Irei trabalhar intensamente para que os advogados ocupem legitimamente os espaços que lhes são destinados nos tribunais brasileiros", asseverou Ary Raghiant Neto.
Ainda na entrevista, Ary Raghiant Neto afirmou que "alguns ex-presidentes da OAB/MS já passaram pelo Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul, mas não tiveram essa preocupação de lutar para que a Ordem fosse inserida no processo de escolha da lista dos advogados que serão submetidos ao crivo do presidente da República. Alguém tem de lutar pelos direitos dos advogados e eu me proponho a fazê-lo neste momento, a partir da minha experiência no TRE-MS".
"Irei trabalhar intensamente para que os advogados ocupem legitimamente os espaços que lhes são destinados nos tribunais brasileiros", asseverou Ary Raghiant Neto.

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